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Renata, Rêca, Rê, Mãe Solteira, Solteira e a procura. 29 anos, nascida em 25/06 do longíquo ano de 1979. Teoricamente sob o signo de câncer, apesar de não botar fé nestas coisas.
Complicadíssima, com um gênio forte, e um humor tão variável conforme os níveis de hormônios circulando pelo meu corpo. Com uma tatuagem em cada pé, uma no pescoço, Luiza no ombro e outras planejadas para o futuro, que espero seja próximo.
Paulista do Grande ABC, há mais de 6 anos refugiada no interior de SP, depois de já ter morado no Paraná e Japão.
Nutricionista por acaso do destino, gerente de unidade, ou seja, Restaurante Empresarial, escritora por paixão e fotógrafa por compulsão.
Mãe da Luiza, que só nasceu depois de 41 semanas e 3 dias, de parto normal, que doeu pra cacete, como resultado de uma aventura. Depois disto, minha vida nunca mais foi a mesma, e temos uma relação tipo matrimônio, na saúde e na doença, nas noites maldormidas, nas birras, nas descobertas, e maravilhas do dia-a-dia juntas em todos os momentos, até que a vida nos separe. Temos uma cachorra chamada Beth, muitos amigos, uma família que no momento deixou o outro lado do mundo e vive com a gente, numa casa de 5 banheiros.





Luiza,Lulu,Luli, Lu, Shumi, quase 4 anos, nascida em 22/08/2004, sob o signo de Leão, que por acaso ou não, é perfeito para sua personalidade forte, gênio nem sempre domável, ânsia de aprender, inteligência aguçada, paixão em ser o centro das atenções e grande entendimento, apesar da pouca idade.
Estudante de período integral, que apesar de cansativo, é o ideal a nossa o rotina. A Mãe trabalha, a Filha estuda, não dando trabalho a ninguém!
Menina esperta, que só dormiu uma noite inteira com quase 3 anos, quando foi despachada para a própria cama e quarto. Apaixonada pela vida, que curte intensamente a partir das 6:00 da manhã, e como compensação dorme lá pelas 20:30, tirando seu sono da beleza onde for preciso, no meio do barulho que for, seja em restaurantes, festas ou em casa.
Andou aos 11 Meses, falou antes disto, desmamou aos 22, desfraldou aos 29, aprendeu as letras do nome aos quase 3 anos e neste tempo muita coisa boa nos aconteceu, estando registrada em algum de nossos blogs, nos links lá embaixo.


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Terça-feira, Março 27, 2007



Pavê e Palê

Se você é do tipo que adora posts "pavês", recomento que use a barra de rolagem ali do canto direito da tela, ou o scroll do teu mouse, e desça até o final do texto, porque há uma porção de fotos lá, e só para constar, o FotoBlog também está atualizado. Fim do post para você.

Agora se você é do tipo que ama os posts "palê", daqueles bem detalhistas, pode sorrir, porque você acaba de ganhar o dia e seu lugar é aqui, recomendo que acomode-se bem na cadeira, na verdade eu te aconselho a se refestelar onde quer que esteja, para que a leitura seja mais prazeirosa e menos cansativa, porque o texto promete... promete ser muito extenso, digo isto como se alguma vez eles fossem curtos rs...

E só para esclarecer, como será um post "Pavê e Palê", isto significa que será um Querido Diário, daqueles nos mínimos detalhes, sem surtos inspiradores e reflexivos, tipo "De onde Viemos?" e se você não gosta de minúcias, melhor ir logo ver as fotos, que como dizem por aí, "Imagens falam mais que mil palavras".

Nosso final de semana começou sexta-feira as 16 horas, porque de sexta eu sempre saio este horário, e com o calor escaldante que tem feito, após o almoço minha vontade é ir para casa, tomar um banho e dormir até o tempo refrescar. Como não moro em um lugar que a sesta é obrigatória e muito menos nasci em berço explêndido e também AINDA não consegui entrar em nenhum, sou obrigada trabalhar até as 5, derretendo naquele escritório improvisado dentro do estoque, em que nos recusam um ar condicionado. As vezes tenho vontade de trabalhar dentro da câmara frigorífica, e até entro lá para ver algumas coisas, mais do que seria necessário. Se um dia eu não retornar do trabalho, me procurem lá, talvez tenha prolongado a sesta e esquecido do tempo lá dentro, onde o frescor impera.

Saí as 4 e fui buscar o Goca para irmos ao mercado, porque durante a semana trocamos vários emails sobre um churrasco noturno, e decidimos fazer, porque estávamos "aguados" por carne assada e eu precisaria ficar acordada até de madrugada para fazer o cabelo, já que Gustavo agora também faz parte do proletariado, e só sai do salão lá pelas 20, sim, porque eu faço cabelo em casa, me recuso a passar 5 horas sentada em um salão. Aqui ando pela casa feito uma medusa junto com amigos, converso, rio, entro na net, assusto amigos desavisados pela webcam, tudo isto enquanto os amoníacos da vida agem em minhas madeixas.

Fizemos as compras, pegamos Luiza, e viemos para casa, enquanto ele guardava as compras e fazia a mamadeira da Luiza, eu cuidava dos cachorros e limpava o quintal, porque como se não bastasse a Beth ter fugido no cio, graças a estupidez da minha prima Gabriela, ela ainda teve 8 filhotes, isto mesmo, OITO! Que ainda me restam 4, uma reservada, e 3 a procura de donos. Vai um cachorro aí? E eles fazem uma sujeira imensa, além de ter que dar comida, água, etc, etc... Aí sempre me aproveito dos amigos que baixam por aqui neste horário, para dar um suporte nesta vida de mãe solteira sem família.

Eu não me lembro que horas começamos a Odisséia Capilar, depois de já termos comido, ridos, bebidos rs.. Aí começou, passa tonalizante, espera, espera, espera. Lava o cabelo, passa descolorante, espera, espera, espera, lava o cabelo, seca, faz escova de chocolate, finaliza com a chapinha e pronto, quase 5 da manhã o cabelo estava pronto, e eu pronta para ir dormir rs...

Goca dormiu aqui, e de manhã é uma delícia dizer a Luiza quando ela começa a tentar me tirar da cama de todo jeito, que ele está no andar de baixo ou no outro quarto, aí ela simplesmente desce e me esquece. Assim dormi até as 9:30, e acordei revigorada, linda e loira, com os dois chegando da padaria, desci para tomar café com eles, conversamos, vimos TV e começamos a nos arrumar para ir para Campinas conhecer a Ali da Pri das Fadas e encontrar algumas Blogamigas.

Arrumar as coisas, porque para sair com criança sempre é preciso levar uma troca para a porquice eminente, e outra troca para caso esfrie, junto com os acessórios que combinem, mais copo com tampa, presentes, máquina fotográfica, e afins.

Saímos e logo Luiza dormiu. Daqui em Campinas é um pulo, mas encontrar um lugar que só se foi uma vez de carona, é quase impossível, ainda mais quando as informações que te passaram são as mínimas possíveis, né Pri?

Erramos a entrada para o bairro, porque a referência que nos deram só dava para ver depois que passou, e até encontrar um retorno, já tínhamos nos perdido. Aí a comédia dantesca começou:

Informante Número 1 - passante:
- Senhor, sabe onde fica o bairro tal? - o fiel escudeiro perguntou
- Sei não, onde é?
Saí com o carro em disparada, sem nem agradecer, para não dar uma resposta mal-educada, do tipo:
- Fica na PQP, lá perto da casa do Ca*****!

Informante Número 2 - pedreiro trabalhando:
- Senhor, sabe onde fica o bairro tal? - torna o passageiro a perguntar
- Não sei moço, eu não moro aqui.
- E o moço ali atrás, será que não sabe?
- Não moço, ele é surdo-mudo.
Pode rir, porque mesmo perdida eu ri e saí a toda para não rir na cara do moço rs...

Informante Número 3 - mecânico trabalhando:
Goca desceu do carro e entrou na oficina para perguntar, quando o cara abriu a boca, ele pensou se o carro era a álcool e ele estaria bebendo do tanque de canudinho, tamanho o bafão de pinga. Explicou onde era mais ou menos e conseguimos chegar de volta na avenida principal.

Informante Número 4 - taxisistas:
Lá vai Goca meu fiel escudeiro de novo, e ao perguntar, os tios, na verdades avós, mandaram ele sentar, para explicarem bem diretinho rs... Informações corretas, e lá fomos nós.

Luiza acordou e pediu suco, parei em um restaurante para comprar, e quando Goca foi até a porta, porque eu havia parado na lateral, voltou rindo, porque o estabelecimento estava fechado, por motivo de luto.

Isto já estávamos andando há 1 hora, aí quando cheguei perto, liguei e estava há 2 quarteirões da casa, que era em frente há um famoso estádio. Porque dona Priscila não me disse isto? rs...

Chegamos, Val já estava lá com Isa, Laila com Manu, Pri com Juca, Ali e Istamir, mais alguns familiares, logo Rejane também chegou com Ana e Amanda e a farra estava completa.

Conhecemos a pequenina Ali, e é difícil acreditar que todas aquelas meninas enlouquecidas correndo de um lado para o outro, já foram como a Ali, que só mamava e dormia, ou até mesmo com a Manu da Laila, lindaaaa e o tempo todo no colo. Confesso que morri de inveja de ver as meninas dando de mamar, senti uma saudade absurda de amamentar ao ver aquelas boquinhas sugando tão avidamente os peitões cheios de leite e vida.

As meninas fizeram meio que panelinha e ficaram brincando juntas, enquanto Juca ficava com os primos.

Na hora do Parabéns, porque no domingo era aniversário da Pri, impossível localizá-la atrás de todas aquelas crianças, ávidas para assoprar a velinha, e foi um Parabéns mais que cantado.

Comemos o bolo, e Luiza bancou a mãe da Ana e Isa, dando bolo na boca das duas, isto depois de Ana já ter balançado ela.

Nós fofocamos, rimos, trocamos experiências, matamos saudades e prometemos nos ver com mais frequência.

Ficamos lá até 7 da noite, viemos para casa sem nos perdermos. Passamos em Indaiatuba numa pizzaria, comemos horrores, e viemos embora acabados, impossibilitados de ir para o churrasco do Gui ou para o aniversário da mãe da Marcela.Dormimos antes da novela das 9 terminar.

Domingo as 7 da manhã eu já estava no andar de baixo com Luiza, dei suco, biscoito, e dormi no sofá enquanto ela brincava pelo chão. Como dormir não seria mais possível, melhor aproveitar o dia e ir logo para o condomínio.

Levamos Luiza no parquinho, para brincar na areia, e lá fez amizades, brincou um monte enquanto eu lia. Fomos para a chácara, Luiza nadou, e antes que o almoço estivesse pronto, dormiu, das 2 até as 5 da tarde. Acordou, comeu, brincou e só foi dormir umas 9 da noite, depois de termos brincado com os filhotes da Beth, que caso alguém se interesse ainda tenho 3 para doar.

Segunda-feira? De volta a vida real, acordar cedo, deixar Luiza na escola, ir trabalhar, sair do trabalho, pegar Luiza, comprar uma calça para trabalhar, e a mini-consumista pegou uma camiseta da Moranguinho pra ela, passar no Goca para pegar uma foto que pedi pra ele revelar, comprar ração para a cachorrada, ir receber de um inquilino, chegar em casa com Luiza já dormindo, tirar a mudança do carro, porque todo dia há uma tonelada de coisas lá dentro, esfregar a piscina, e só aí tentar postar, exausta. Subi para por Luiza na cama, comecei ler, e dormi, isto antes das 21:30, largando post pelo meio, com computador ligado, luzes acesas e portas abertas.

Hoje não foi muito diferente, fui até Itu comprar um óculos para mandar para Bilica, acabei cotando as coisas para a surpresa de Páscoa da pequena e claro, passando naquela loja de departamentos "ceiá", e trazendo algumas coisas.

Estou em um aperto lascado, mas precisava comprar algumas coisas para me sentir menos pobre rs.. coisa de mulher consumista frustrada e the end...



Escrito pela:Rêca Zucher Hora:22:42
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Sexta-feira, Março 23, 2007



Uma xícara de café, por favor ...

Não sei bem quando minha relação com uma xícara de café começou, porque minha mãe sempre foi terminantemente contra dar café para criança, e eu também não dou para Luiza, que chegou a provar e hoje diz que é ruim, mas de tempos em tempos eu me torno uma dependente de cafeína extremista, de acordar e só ficar pensando que preciso de uma xícara de café fumegando.

Quando eu penso em café, não é exatamente o líquido que me vem a memória, mas todo o conteúdo que o envolve, como cor, temperatura e principalmente o aroma. Chega a ser uma coisa meio erótica, tamanho o prazer que sinto ao sentir o cheiro da bebida negra fumegante, chegando ao clímax ao sentí-lo descendo garganta abaixo.

É automático eu pegar o café, seja na xícara ou em um copo descartável na empresa, a primeira coisa que faço é cheirar, e metade da minha vontade é satisfeita ali. Coisa louca, né?

E a cafeína não interfere nos meus sentidos, não fico mais ou menos elétrica, sinto sono do mesmo modo.

Depois isto passa, e fico um bom tempo sem nem lembrar que o café existe. Vai entender...

Uma xícara e basta, desejo satisfeito. Não entendeu? Nem eu...



Escrito pela:Rêca Zucher Hora:17:56
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Quarta-feira, Março 21, 2007



É Amanhã....

Trinta e Um Meses se passaram, e eu ainda sinto uma certa estranheza com o fato de ter deixado de ser filha da mãe, para ser mãe da filha.

31 meses de tantas coisas vividas, e ainda tantas por vir.

Em nossa condição de humanos, temos a tendência de nos adaptarmos e acostumarmos com as coisas e situações, e com isto tudo vai perdendo o brilho, o entusiamos, a euforia, porém percebo nitidamente que como mãe, o tempo não diminui o deslumbramento de viver diariamente ao lado de uma criança, e é através dos olhos dela eu venho redescobrindo o mundo em que vivo.

Todas as fases tem suas maravilhas e seus problemas, mas desde que ela passou a interagir com nosso cotidiano, sendo realmente um membro da família, eu tenho amado mais e mais de ter esta menina em casa.

Não penso que tenho apenas uma criança em casa, mas sim uma pessoa, um ser que cresce, evolui a cada dia, na incrivel jornada de virar "gente grande".

Adoro a simplicidade do se encantar com uma flor, e por causa dela interromper a caminhada para qualquer lugar, independente de estarmos com pressa ou não, como se o mundo frenético em que vivemos de repente parasse, e tudo se voltasse para aquele momento, para admirar aquela flor, que na maiora das vezes cresceu entre as rachaduras de uma calçada, ou numa arvore toda empoeirada.

Há maior beleza não está na flor, mas modo de daquela criança enxergar o mundo, sem maldade ou qualquer preconceito imposto pelos anos de convívio em sociedade.

Beleza no olhar, porque se vê com os olhos do coração. E isto me renova, me dá forças para não perder a esperança nunca, com a certeza que no final tudo sempre dará certo.

Com tudo que minha xará Renata tem passado com seu filho Vinícius, menino guerreiro que tem lutado pela vida, eu não canso de pensar em tudo que vivi com Luiza até aqui, de agradecer a Deus por nossa saúde, e pedir, caso ele nos ache dignas, de nos conceder muitos anos assim.

Eu amo apertá-la, cheirar, morder, beijar, abraçar, fazer bagunça na cama, acordar com ela me dizendo que quer conversar, e pensar que outra mãe que também tem isto pode ficar sem, é de despedaçar o coração. Sei que muitos já estão orando, que a corrente do bem está forte, mas se você ainda não faz parte disto, junte-se a nós.

Confesso que não estou das mais animadas para postar, pois diante de uma situação como esta, em que tudo parece insignificante, fica um tanto quanto hipócrita e desaforado eu estar aqui comemorando os 31 meses da minha filha, enquanto outra Renata luta pela vida do filho dela, mas...

Depois do post abaixo, veio o dia seguinte, e eu já havia conversado muito com Luiza, e algo que eu, e todos que convivem conosco acham incrivel é o entendimento e a obediência dela diante dos sermões, me ouvindo mesmo.

De manhã relembrei a conversa que havíamos tido no dia anterior e fomos conversando até a escola. Quando fui buscá-la a tarde, a diretora veio me dizer que ela havia se comportado muito bem, comido toda a comida, até mesmo o feijão que ela não gosta muito, pedido desculpas para a professora, claro que no ouvido rs...e depois disto tudo voltou as boas, tem brincado com a menina que ela não simpatiza, não morre de amores, mas agora trata bem. It's my girl... enxugando a baba.

Domingo acordei com ela em cima de mim, tentando ler o que estava na minha camiseta. Minha não, do meu pai, porque ela havia vomitado em mim quando eu a levei para a cama, devido a tosse, e eu me lavei, e catei a camiseta da gaveta, com preguiça de ir ao outro quarto buscar outro pijama.

- Que letra é esta? - ela me perguntava
_ V, de Vinícius. - eu respondi passando a mão na letra que era em algo relevo.
- Esta é do meu nome, né? - e era a letra L.
- E esta? - ela me perguntando e eu tentando dormir, aí como demorei a responder, ela mesma respondeu
- É O de ovo!- e era mesmo, porque estava escrito VOLCON.

Outro dia esquentei uma fatia de pizza no microondas, e quando coloquei em cima da mesa, ela enfiou o dedo bem no catupiry em cima, que tinha fervido. Queimou o dedo.
- Aiiiiiiiii tá doendo - dizia ele em meio as lágrimas.
- Ainda tá doendoooooooooooo - depois que eu havia beijado e ela continuava chorando
Por fim não quis mais a pizza e foi dormir.
No outro dia acordou, olhou bem o dedo falou:
- Já sarou meu dodói mamãe.
Os dias passaram e onde queimou ficou uma pele morta. E agora quando ela fica com vergonha, enfia o dedo na boca, meio que roendo a unha, só que mordendo o dedo.
No domingo, a gente dentro do carro indo para a padaria tomar café da manhã, de repente:
- Meu dedo tá furado, meu dedo tá furado. - Luiza dizendo desesperada.
Olhei para trás e vi que ela havia mordido o dedo, e a pele saiu, ficando um furinho rs... Tive que dizer que depois do café iríamos comprar um Bandaid, e com isto ela passou o café todo com o dedão pra cima, como quem está fazendo jóia rs...
Comemos e fomos na Farmácia "Di Péis" (a pé), compramos o Bandaid, e ela achou lindo, ficou 2 dias com o dedo tapado e hoje me mostrou dizendo que já sarou.

Ela acha o máximo andarmos a pé, e sempre quando vamos sair me pergunta :
- Nóis vamos di péis? - como se andássemos muito a pé rs...
Aí entramos no carro e ela diz:
- Tchau minha casa. Tchau casinha linda.
- Vamos carrinho, que a escola é pertinho rs...

Não sei se foi porque tempo esfriou, mas ela acabou fazendo xixi na cama, então tivemos uma conversa séria, sobre não poder mais mamar de madrugada, nem beber água ou suco. E aí? E aí que ela dormiu das 8 as 6 direto, e agora só mama quando acorda, pena que as vezes isto é as 5 da manhã rs...

Considero o desfralde completo, e ontem quando eu fui colocá-la para fazer xixi dormindo, e ela não queria fazer, eu disse então que iria por fralda, porque ela iria fazer xixi na cama, ela reclamou que não queria por fralda e fez xixi rs...

Tenho tanta coisa pra contar, gracinhas do dia-adia, mas acabo esquecendo e no momento minha cabeça, sobre forte influência de fluxo sanguíneo externo, sinceramente não funciona. Então, encerro por aqui, esperando voltar com melhores notícias, e um post mais lógico.



Escrito pela:Rêca Zucher Hora:21:56
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Quarta-feira, Março 14, 2007



LuIza, lUiZa, luiza...

Eu sempre penso e digo que filho é uma viagem ao passado, um retorno as nossas raízes, uma passagem por situações que nos transformaram no que somos hoje.

É sempre um prazer retornar ao passado e reviver no presente algumas daquelas situações, só que agora do outro lado da cena, como coadjuvante, e não mais protagonista. Ter tido uma infância feliz foi uma sorte, e se hoje tudo transcorre sem traumas é graças a isto, por isto me preocupo tanto para que Luiza tenha uma infância feliz também.

Tudo que é "refilmado" passa por adaptações, e é modernizado de acordo com a realidade que a cena transcorre, e eu me apego muito a coisas que queria ter tido e não tive, que gostaria de ter tido mais e tive em menor quantidade, comprando para a Luiza, só que mais para realização minha que dela rs...

Sexta-Feira, eu e Luiza indo à farmácia comprar uma chupeta, pois esquecemos a dela em casa, e eu é que não voltaria para buscar, ficando mais fácil comprar outra. Segue o diálogo enquanto descíamos a rua no centro da cidade:
- Luiza, quem vai comprar outra chupeta? - eu perguntei.
- Boxê. - ela respondeu
- Eu não, porque eu não tenho dinheiro - eu disse.
- Mas tem cartão. - foi exatamente isto que ela me respondeu.
- Tenho o que? - perguntei atônita achando que não havia escutado direito.
- CARTÃO! - ela repetiu claramente
- E no cartão tem o que? - eu insisti na conversa
- Dinheiro. - disse ela com toda certeza.

Rs... Coisas da vida moderna, e eu pensando que ela jamais prestaria atenção ao fato de as vezes eu pagar as contas com dinheiro e em outras com cartão. No meu tempo, a resposta para a falta de dinheiro era o cheque, tipo:
- Não tenho dinheiro filha.
- Mas tem cheque - como se não precisasse ter dinheiro na conta para cobrir o voador e o talão de cheques fosse uma fonte inesgotável de renda.

De umas duas semanas para cá, Luiza mudou bastante, não sei se é a fase ou influência da escola, está ainda mais firme e decidida, e um tanto quanto bocuda mesmo, eita geniozinho ruim. Responde, discute, e não arreda o pé facilmente de uma decisão, tanto que no final de semana, nos 2 dias teve que ficar sentada na escada pensando. Ela ainda vai descobrir que eu ODEIO criança respondona, malcriada, daquelas que desafiam a gente, porque fazer isto comigo é pedir pra ir pensar, podendo berrar, espernear, desde que fique lá sentada, pense, converse, mude de idéia, peça desculpas e ande na linha.Da-lhe tirana! rs...

Eu tenho uma tendência a ser um tanto quanto mole, afinal somos só nós duas e as vezes é mais fácil deixar pra lá, do que ter um estresse extra com a bronca, que vai terminar em choro e afins, mas aí eu penso, que se com 2 anos e meio a vontade e desejo dela já prevalecerem, que tipo de criança, adolescente e adulto ela vai ser?

O engraçado é que quando brigo e coloco pra pensar, ela fica chorando e dizendo:
- Eu quero a minha mãe. Eu quero a minha mãe...
Rs... Juro que até agora não entendi rs... Talvez seja pelo fato de não ter outra pessoa para chamar, acaba apelando para a carrasca mesmo huahauuahauhauhua

Ela tem falado MUITO, e eu fico procurando naquela menina faladeira, onde está o meu bebê que balbuciava e falava um enrrolado intelegível. Eu adoro as pronúncias erradas e as palavras modificadas, corrijo, mas mesmo assim sorrio quando escuto errada novamente. As mais repetidas são: boxê (você),diquecei (esqueci), fazei ou feizi (fez), a gente vamos (as vezes ela mesmo se corrige e fala vai), doimí (dormir). Tudo o que termina em Z ganha um i no final, tipo deizi, feizi, doisi.

Tem usado absurdamente o diminutivo, e aí é, mamãezinha Renatinha, Luizinha, caminha, suquinho, e tudo quanto é mais coisa no inho ou inha.

Terça-feira acordei com ela conversando sozinha, e como fala, meu Deus, e naquele estado de sonolência eu não tinha certeza se havia ouvido mesmo o que pensei ter ouvido, que era Centro de Educação Infantil. Era isto mesmo, pronunciado direitinho, e depois do nome da escola ela ainda diz Salto, porque é como fazem o cabeçalho na lousa todo dia.

Falando em lousa, eu comprei uma pra ela outro dia, um lugar a mais para ela desenhar, e assim ficar mais no quintal também, porque apesar do espaço que temos, ela passa o tempo todo dentro de casa atrás de mim, e não gosta de brincar sozinha do lado de fora. Pendurei a lousa lá no fundo, na parede da edícula, e ela adorou. Tudo bem que quando termina, parece que o apagador usado foi ela, de tanto pó de giz cobrindo a menina rs...

Eu me lembro que eu adorava brincar de escolinha, e nunca tive uma lousa decente, usava era uma tábua que tinha sido feita como prateleira extra do guarda-roupa, restos de giz que pegava na escola, e a gente se divertia horrores. Naquele tempo as crianças só eram alfabetizadas na 1ª série e quando Bilica estava no Pré, foi brincando de escolinha que aprendeu o nome, e o alfabeto. Lembro também que eu não era lá muito paciente para ensinar, e ela tinha uma amiguinha um tanto quanto lerdinha, que me tirava do sério, porque nunca acertava nada rs.. e quando os meninos vinham brincar juntos, sempre terminava em brigas.

Acho que ainda não comentei o fato dela estar aprendendo o nome com aqueles jogos que tem as peças com letras, e já reconhece a letra L como inicial de seu nome e do amigo Leonardo, mostrando as iniciais de todos os amiguinhos, inclusive a minha. Não incentivo, porque acho precoce fixar minha atenção nisto, mas elogio e quando ela fica enlouquecida com montes de letras, falando de quem é sem parar, eu mudo de assunto. As professoras disseram que ela é muito inteligente, aplicada, e por estar numa turma que é em média 1 ano mais velho do que ela, não há problema algum, ela faz por diversão, enquanto outros que deveriam, demoram mais para aprender.

Sábado foi a festa de aniversário da Vó Rosana, e o tema era anos 60-70. Claro que fomos vestidas a caratér, e quando deu uma hora, eu não aguentava mais ficar acordada, porque tinha acordado antes das 6 com Luiza, que dormiu depois do almoço e eu não. Resultado, eu desci dormi e ela ficou na festa até as 4 da manhã, quando me levaram ela, e as 7:30 já estava acordada de novo, mereço, né? Pelo menos antes do almoço dormiu, e eu também, por umas 2 horas.

E como nem tudo são apenas flores, elogios ou diversão, as reclamações da escola tem chegado vez ou outra, e hoje foram maiores.

Tem dado trabalho para comer na escola, e não sei se é reflexo de quando ela ficou doente, e o apetite foi a zero, ou influência do ambiente escolar, onde escuta muito o tal do "não gosto", tendo a petulância de outro dia me dizer "Não gosto de comida". Ficou com fome até resolver comer a comida mesmo rs... Sei que também isto é da faixa etária, e não sofro não.

Que é geniosa todo mundo sabe, mas agora deu para fazer bico, ficar emburrada, e quando é contrariada age assim mesmo na potência elevada.

Hoje a diretora da escolinha veio me dizer que ela não gosta de uma menininha, e é a que fica com ela pela manhã até as outras crianças começarem chegar as 8. Disse que ela não aceita brinquedo algum que a menina oferece, ou que monta com Lego, e quando insistem pra ela brincar com a garota, ela brinca, mas com o bico enorme. E que não há motivo pra ela agir assim, pois nunca brigaram e a menina faz de tudo para agradá-la. Conversamos muito, expliquei, perguntei, contei que a mãe da menina trabalha na empresa onde fica o restaurante que trabalho, enfim, construí a história da menina pra ver se ela se interessa e para de agir assim.

Também fez pirraça para a professora na hora do almoço, que disse que ela não ganharia sobremesa se não comesse, ficando 20 minutos com a boca cheia de comida, que não mastigava para engolir e quando outra professora deu a sobremesa, ela fez careta pelas costas para a professora. Posso com isto? Amanhã irá pedir desculpas.

Fiquei tão triste com tudo isto, conversei muito, falei na frente dela que a diretora pode colocá-la para pensar na escada por 2 minutos, etc.. etc.. e aí acabo sempre presa na mesma questão, até onde é gênio e a educação...

Enigmas da vida de mãe...


P.S : Meu computador está um lixo, impossível postar arquivos (este aqui Ity que postou), então há mais fotos no Flog.



Escrito pela:Rêca Zucher Hora:21:24
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Quinta-feira, Março 08, 2007


Dia Internacional da Mulher - Hoje e SEMPRE!

Sou um tanto quanto cética em relação a algumas datas fixas, porque me considero Mulher, Mãe, Nutricionista, ou seja lá o que for todos os dias do ano.

Claro que é legal haver um dia específico para ser homenageada, paparicada, porém eu ainda sonho com um tempo em que todos os dias as pessoas se lembrarão que somos mulheres, mães, profissionais, amantes, amigas, seres humanos em busca do aperfeiçoamento consntate, e com isto o carinho, respeito, admiração, dedicação, zêlo, cuidado, paciência, nunca irão faltar, e talvez quem sabe assim o mundo seja um lugar melhor para se viver.

Eu adoro ser mulher, e não troco minha condição feminina por nada do oferecido pela tal supremacia masculina.

Homens acham menstruação um horror? Eu a prefiro incontestavelmente a ter uma ereção em público. :p

Os dados estatísticos não mentem, há muito mais mulheres que homens no mundo, ou seja, se estamos em maior número, falta pouco para dominarmos o mundo e que venha Hilary Clinton como a primeira presidente da maior potencial mundial, e quem sabe assim as coisas ficarão menos "machas", imbecis e sangrentas por lá.

A população homo e transexual aumenta a cada dia, ou seja, ser mulher deve ser muito mais interessante que ser homem, né?

Saber que uma pequena diferença na geração, ao receber dois cromossomos X ao invés de um XY é que nos faz o que somos, RAINHAS, responsáveis pela perpetuação da espécie humana. Precisamos de espermatozóides, e consequentemente dos homens, porém enquanto produzimos apenas UM óvulo por mês, eles desperdiçam 400 milhões de espermatozóides em uma ejaculação, ou seja, podemos congelar e garantir humanos pelos próximos 20 séculos numa boa rs...

Isto não e um texto feminista para acabar com os homens, afinal eles possuem suas qualidades, e fazem falta rs.. Ruim, com, pior sem...

Se ainda somos consideradas Sexo Frágil, eu fico me perguntando o porque deste título, já que vejo um número imenso de mulheres sendo chefes de família, cuidando dos filhos, da casa, trabalhando fora, estudando, tudo ao mesmo tempo e quando sabe-se de um homem fazendo isto, logo vira notícia tamanha a raridade, como se fosse algo único e excepcional, não a realidade de tantas mulheres mundo afora.

Não se trata apenas de fibra, garra, determinação, porque até mesmo um terrorista é determinado para atingir seu objetivo, se trata é de amor, muito amor, e acreditar que tudo isto está e sempre valerá a pena.

Mulheres são capazes de suportar situações de grande desespero, enquanto também estão dilaceradas por dentro, e consolando quem for preciso, tudo ao mesmo tempo, sem reclamar, e ainda lembrando que é preciso ir ao supermercado, ou que amanhã é dia de feira, ou quem irá cuidar da limpeza da casa quando ela não puder?

Capacidade de executas dezenas de tarefas ao mesmo tempo, característica predominantemente FEMININA, e que aumenta com a maternidade, comprovado cientificamene e a tese virou livro.

Menstruação? TPM? Meros detalhes nesta complexidade e MARAVILHA que é ser Mulher...

Mulher Maravilha, LITERALMENTE...



Escrito pela:Rêca Zucher Hora:20:10
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Segunda-feira, Março 05, 2007



A vida imita a arte, ou a arte imita a vida?

Eu penso que a vida é uma arte, e por isto ambas estão ligadas, fundindo-se constantemente, numa mescla onde não é possível separar uma coisa da outra, e acabamos nos identificando com os personagens, com as situações, torcendo, vibrando, chorando, odiando, como se aqueles personagens fossem parte de nossa vida, um amigo, um parente, um vizinho.

Brasileiro é noveleiro de berço, e que atire um pedaço de bombril quem nunca se virou nos trinta para fazer a televisão pegar diante de um capítulo decisivo e emocionante, dando um jeito, nem que for correr no vizinho para não perder a cena.

Já fui uma noveleira maníaca, hoje vejo quando dá, geralmente enquanto faço alguma outra coisa ao mesmo tempo, mas últimos capítulos eu sempre dou um jeito de assistir, mesmo sendo uma novela que não acompanhei, e quando a palavra FIM é escrita na tela, sinto um vazio, uma nostalgia, uma saudade, parecendo que um amigo muito chegado se foi, ou aquele sensação de quando as visitas depois de dias vão embora e a casa fica estranha, vazia demais, faltando algo, que você não sabe exatamente o que.

Páginas da Vida terminou, e eu assisti o último capítulo enquanto organizava os brinquedos da Luiza.

Aguardei ansiosa o veredicto do processo dos gêmeos, tendo minha opinião formada desde o início da história, sendo contra a vitória do Léo, por motivos pessoais, humanos e principalmente maternos, que confusamente discorrerei abaixo.

Muito fácil um cara aparecer depois de 5 anos, sem nem saber se os filhos tinham nascido ou não, e de repente se declarar um pai apaixonado, disposto a lutar bravamente para obter a guarda dos filhos, para que a partir dali ele pudesse exercer seus direitos biológicos, como se os últimos 5 anos não tivessem existido, como se neste tempo as crianças não tivessem sido cuidadas, educadas, e principalmente amadas. Para ele elas haviam nascido naquele momento de descoberta, mas não para que as criou durante este tempo.

Fácil dizer eu sou o pai biológico, e portanto elas devem ficar comigo.

Paternidade e Maternidade vão muito além de compartilhar tipo sanguíneo e genes, porque é muito mais coração, amor incondicional, capacidade de dar sem esperar receber, se doar por inteiro para aquele pequeno ser que te considera o centro do universo e depois que nasce, depende de quem está ali para TUDO. Um pai biológico desconhecido ou distante não é capaz de fazer nada no momento imediato, ou seja, é carta fora do baralho, no jogo da vida, que acontece a cada segundo que se passa. Tic.. tac... tic.. tac...

Laços biológicos muitas vezes (existem exceções) acabam por forçar situações que só irão subtrair coisas da vida de uma criança, que poderá ganhar pais que nunca a desejaram, que até a amarão por costume, por convenções sociais, mas sem o encantamento daquele casal que lutou na justiça pelo direito de ter um filho, que enfrentou constragimentos, investigações, burocracias, tudo válido pelo prazer de ver seu filho sendo gerado a cada etapa do processo.

Passam-se os anos e um pai desconhecido, repentinamente torna-se conhecido e resolve querer a criança pra si. Coisa de novela? Talvez, mas que mesmo lá não teve um final feliz para o tal pai, ex-garoto mimado, que abdicou de seus direitos paternos ao ir embora viver a vida dele, deixando uma mulher grávida, para decidir o que precisasse, e seus filhos tomarem o rumo que o destino reservasse.

E o que dizer de um avô que ficou com o neto quando a filha se foi, que amou, cuidou, educou, criando um laço de afeto indestrutível, para de repente, ficar sem nada, tudo porque ele era o avô e não o pai, se a questão fosse laços biológicos, o avô também os teria né?

Eu me identifiquei muito com esta parte da história, porque é algo que sempre penso, "E se eu morrer, o que acontecerá com a Luiza?", afinal sou humana, falível, e basta estar vivo para se estar sujeito a morte... (bate na madeira)

Fico pensando se seria justo ela ficar com o pai, que exceto pelo aporte financeiro obrigatório, nunca passou uma noite acordado com ela chorando, nunca levantou de madrugada para cuidar, nunca deixou de cumprir nenhum comprisso por uma emergência, nunca saiu pela noite rumo ao PS, nunca teve nenhum tipo de cuidado daqueles que são essenciais no dia-a-dia e que constroem a vida de uma criança. Ela deveria ficar com ele só porque ele é o pai biológico por acaso do destino e uma transa sem importância, ao invés de minha família e irmã, que fizeram tudo isto e muito mais? Eu acompanho histórias como estas como se fossem minhas, porque cuidado, amor e carinho, não há laço sanguineo que substitua e finalmente a justiça tem também tem visto isto.

E se um dia algo assim acontecer, tenho vocês de testemunhas, e Flávia (de BH), e Val (Endora), como advogadas para lugar pela minha causa. Não é morbidez preparar uma declaração de vontade quanto ao destino de minha filha, considero como precaução, para que ela continue sendo amada e cuidada como mereçe, para nunca ser tratada como a obrigatoriedade que uma relação casual trouxe.

Pais, a biologia pode fazer isto com qualquer um, agora pais DE e COM coração, só amor é capaz de nos transformar em algo assim.

E serão felizes para sempre... com sua família do coração...



Escrito pela:Rêca Zucher Hora:19:03
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