Segunda-feira, Abril 30, 2007
Destino ou Escolha?
Só para esclarecer, eu não acredito em destino...
Sabe quando você fica tão cansada, mas tão cansada, com a cabeça tão cheia, mas tão cheia, que no final tudo torna-se um imenso vazio? Foi assim que me senti durante estes últimos dias.
Problemas no trabalho, que graças a Deus quase terminaram, e com isto meus neurônios começaram a dar sinais que ainda habitam este meu buraco negro, denominado pela medicina como cérebro.
Para um escritora frenética como eu, é muito frustrante pensar em escrever e nada vir a tona, ou nada despertar aquela vontade incontrolável de discorrer sobre algo de maneira apaixonante, por mais banal que seja a coisa.
Fiquei pensando o porque de não estar escrevendo.
Se não escrevia porque estava cansada, ou porque estava cansada e sem idéias, ou porque estava cansada, sem idéias e sem vontade, ou porque estava cansada, sem idéias, sem vontade e sem tempo, ou porque estava cansada, sem idéias, sem vontade, sem tempo e principalmente sem inspiração.
Eu detesto escrever por obrigação, porque sob pressão me abstraio, meu cérebro se contrai e nenhuma frase lógica é capaz de ser digitada.
É, sou "artista" e só produzo sob inspiração.
Aproveitei o momento buraco negro total para ler, scrapbookiar, providenciar coisas para o aniversário da pequena, brincar com ela, descansar, botar as contas em dia, pelo menos no papel rs.., manter longas conversas pelo msn, telefone, e principalmente programar e pensar em nossa viagem de férias em Julho, quando Luiza sairá de férias, e eu também.
E no meio desta ausência de escritos, onde muitas conversas se desenrrolaram, um assunto recorrente, foi o modo como encaro a vida, a mesma opinião, vinda de diferentes fontes.
Fiquei pensando: Será que sou um embuste? Uma farsa? Será que escrevo de um modo dúbio que as pessoas tem uma noção errada do que sou?
Ao contrário dos outros, não me considero mulher maravilha, de fibra, guerreira, e outros adjetivos do tipo.
Sou mulher comum, das muitas que se encontram por este mundo afora, que trabalham fora, criam os filhos, administram a casa, mas também um tanto quanto acomodada, um tanto muito cansada, que leva a vida no ritmo que ela me impõe.
Gostaria de fazer mais, de sair do trabalho e ter pique para ir a academia, de voltar a estudar, de fazer algum outro curso, de ter um tempo só meu, mas quando Luiza de manhã me pergunta se irei buscá-la na escola, eu não consigo dizer que não.
Me consola saber que a academia sempre vai estar lá, que fechar a boca já ajudará bastante, que sempre será tempo para começar outra faculdade, e um dia terei tanto tempo pra mim, que não saberei o que fazer com ele, enquanto, que criança, ela será somente agora, e que um dia ela é que não irá querer que eu vá pegá-la no colégio por causa do mico.
Algo a que me propus e tenho tentado cumprir desde que decidi por continuar grávida, é que se iria ter um filho e criá-lo, deveria fazer isto da melhor maneira possível, dando o melhor de mim em todos os sentidos, sendo a melhor mãe que eu poderia ser, curtindo as horas boas, as ruins, tirando algum aprendizado de tudo, e eternizando em fotos e na memória os momentos mágicos, felizes e inesquecíveis...
As vezes, mas só as vezes mesmo, e geralmente quando alguém comenta, até eu tenho orgulho de mim mesma, porque se há 3 anos e meio atrás me dissessem, que eu seria mãe, algo que eu não cogitava pelos próximos 10 anos, se é que cogitava, ainda por cima solteira, que mesmo assim me formaria, levando algo até o fim pela primeira vez na vida, mas antes disto meus pais iriam embora para o outro lado do mundo (literalmente), que eu ficaria como administradora do lar, auxiliada de perto por Bilica, com meu irmão logo depois indo embora também, ficando apenas as 3 meninas Zucher, que viajaram mais de 2000 Km sozinhas, com Luiza indo para a escola, eu arrumando um emprego, para depois ter quem também arrumar uma emprega, com Bilica indo embora, ficando apenas nós duas, eu e Luiza, sem família ou apoio por perto.
E mais incrível do que toda esta história, é que continuamos aqui, firmes e fortes, vivendo do nosso jeito, no meio de muita correria, mas ao som de sonoras e deliciosas gargalhadas, né André?

Escrito pela:Rêca Zucher
Hora:20:31
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Domingo, Abril 22, 2007
32 Meses...
* Trinta e dois meses e eu ainda não encontro palavras para descrever este sentimento que me sufoca a cada vez que olho para você dormindo;
* Trinta e dois meses e eu ainda não consigo transcrever em palavras a pureza do teu sorriso;
* Trinta e dois meses e eu ainda não traduzir em notas a beleza desta gargalhada sonora e tão gostosa;
* Trinta e dois meses e quando eu pensava que já amava ao máximo, descobri que era possível amar ainda mais...
Hoje Luiza completa 2 anos e 8 meses, ou seja, 32 meses, que pensando bem é um número bem razoável quando se está à espera de algo, porém quando se trata de período de vida, é um tempo muito pequeno.
Eu não sei exatamente qual a missão que o Vini tinha por aqui, mas tudo o que aconteceu, acabou por nos tornar mães melhores, não que antes fóssemos desprezíveis, mas hoje tenho certeza que sou uma mãe muito melhor do que 1 mês atrás.
Mais paciente, mais presente, mais atenciosa,menos estressada, menos cansada, e menos nem aí...
Lembrei-me que habitamos um corpo falível, que somos feito de matéria que se decompõe, e principalmente que o passar dos segundos nos leva para algum lugar desconhecido, e jamais será possível reaproveitar o tempo que já se foi.
Eu amo a filha que tenho, com toda sua meiguice, educação, calma, e raros momentos de estresse, coisa muito comum em crianças, aliás, conversando com algumas amigas, fico pensando se ela é assim porque eu sou assim, ou se é assim porque é mesmo. Confuso, né?
Aqueles ditos populares, de que basta falar para pagar a língua, graças a Deus não tem servido neste caso, e um outro, em que dizem que Deus jamais nos dá uma cruz maior do que podemos carregar, este sim, tem se aplicado totalmente, porque eu tenho a filha perfeita para minha personalidade, que me conquistou e mostrou todo o contrário que eu pensava sobre a assustadora maternidade, com suas crias insuportáveis e histéricas, das quais eu queria o máximo de distância possível.
Eu não canso de dizer o quanto tenho amado esta faixa etária da Luiza, não mais bebê, mas também nem tão criança assim, ainda cheia de descobertas, e principalmente muito compartilhamento.
Sinto que agora tenho uma companheira morando comigo, alguém com quem converso e recebo respostas adequadas, alguém que faz parte ativa do meu dia-adia, com quem me divirto, vejo TV, faço as refeições e não mais apenas cuido, cuido, e cuido...
Já contei que agora ela dorme a noite toda? Pois é... Diziam que isto aconteceria por volta dos 3 meses, aqui também aconteceu, só que depois dos 3, seguido de um 0, ou seja 30 meses hahahahahaha As vezes ela ainda acorda, choraminga, mas vira para o lado e dorme, só mamando quando o dia está amanhacendo, e nem sempre. Claro que ainda madruga, entre 5:30 e 6:30, mas isto porque também dorme cedo, entre 19:00 e 20:30. Acabei me adaptando e raramente fico acordada até tarde, para quando ela acordar, eu fazer o mesmo e de boa vontade.
Outro dia fiquei super chateada por ela ter voltado unhada da escola. A diretora me explicou o que tinha acontecido, coisa da professora ir jogar a água e lavar os pincéis por 1 minuto, para uma amiguinha monstrinha e mais nova, pegar Luiza de unha no braço. Ela é tão na dela, desacostumada a guerra entre crianças que vivem com outras crianças em casa, que não se defende, fica que nem uma estátua, esperando alguém vir acudir. Tivemos uma conversa séria, e eu expliquei que realmente não pode bater nos amiguinhos, mas que se vierem fazer dodói nela, não pode deixar, tem que empurrar, ou segurar as mãozinhos e chamar a professora, sabe o que ela me respondeu em toda sua inocência?
- Eu vou ficar longe...- como se só isto bastasse. Tenho reforçado estas conversas e não tivemos mais incidentes.
Tenho gostado muito desta nova escola, cheia de atividades, e detalhes que me fazem lembrar como era bom quando eu ia ao pré. Outro dia foram ao teatro e ela toda empolgada me contou que foram de ônibus, que tinha a dama, o vira-lata (A Dama e o Vagabundo). E em toda data comemorativa volta com alguma adereço, como Dia do Circo, Páscoa, Índio...
E as situações engraçadas continuam:
No dia que fomos na Fazenda Chocolate, vimos um ponêi e o diálogo dela com ele foi hilário:
- Sabia que eu tenho um igual a você lá na minha casa? - disse ao bicho, se referindo ao Querido Ponêi.
Quando voltamos de Poços de Caldas, no outro dia estávamos aqui deitadas no sofá, de repente ela me olhou e perguntou:
- Nós vamos passear de novo? - com uma carinha bem sapeca rs.. pra quem na primeira noite não queria dormir no hotel, foi uma evolução e tanto, né?
Luiza levantou de repente, bateu a cabeça na estante, e esfregando a mão no local batido:
- Ai meu coquinho !!!
- Vó, o dodói no seu dedo sarou? - porque no dia anterior a avó estava com um curativo no dedo.
- Que Luiza?
- O dodói no seu dedo sarou?
- O que?
- O DODÓI NO SEU DEDO SAROU Ô!- nem sei pra quem puxou hahahaha
Dentro do carro tirando o tênis voltando da escola:
- Ai meu chulezinho...
- Mãe, liga a tetelisão, pa eu vê um Vd? (Mãe, liga a televisão pra eu ver um DVD?)
Saindo de casa, e um dia bem ensolarado:
- Aiiii... tá sol! Tem que por óculos!
Pra tudo é brigadinha, de nadinha ou de nada, antes mesmo que falemos obrigada.
- A gente vamos no círculo?
_ Lu, é a gente vai no circo.
_ Ah! A gente vai no círculo? - e não há quem a convença que é circo e não círculo.
Chegamos em casa a tarde, eu fui para a cozinha guardar uma comprinha, ela veio para a sala, aí voltou, enfiou a cara na porta da cozinha e falou:
- Eu quero mamar, VIU?
Outro dia a mamadeira caiu no chão e rolou para embaixo da cama,eu só ouvi:
- Ai que méida!
- O que você falou Luiza?
- Nada! - com aquela cara bem lambida.
- Falou sim!
- Eu não vou falar mais.
- Então tá bom...
A primeira vez que Luiza reparou em uma igreja católica daqui, que tem as torres bem altas:
- Olhaaaaaaaaaaa, o castelo da pincesa!
- e desde então toda igreja com torres é um castelo.
- Lu, onde você quer deitar?
- Aqui mesmo - batendo com a mão no meu lado da cama :/
- Eu quero passar maquiagem.
- Pra que Luiza?
- Pra eu ficar lindaaaaaaaa...
A Menina elétrica, acordada desde as 5:40 da manhã, já eram 4 da tarde e ela ainda não tinha dormido:
- Lu, você comeu cocô?
- Nãooooo! Eu fiz no vaso. - toda indignada com a pergunta descabida hahahahahaha
Sexta cheguei tão tensa do trabalho, que resolvi encher a banheira, despejar meio porte de sais de camomila e nos enfiamos lá dentro. Começamos a falar de quando ela morava na minha barriga:
- Lu, você lembra de quando morava na minha barriga?
- Eu saí pela pepeca.
- Quem te disse isto? - porque eu não havia chego nesta parte da história.
- A Pati - que é a professora. Agora me resta descobrir se foi mesmo :/
Vai ser precoce assim, né?
Ontem, toda imperativa:
- Eu quero a outra caneta que eu tava usando! - e não era outro dia que começou a fazer frases de 3 palavras?
O vocabulário melhora a cada dia, e com isto vejo meu bebê me dá adeus ao longe, e algo que já identifiquei é que sempre no lugar do R, em encontros consonantais, ela coloca o i.
32 Meses... e lá vamos nós...

P.S : Depois de muito tempo, o Fotoblog e o VideoBlog estão atualizados.
Escrito pela:Rêca Zucher
Hora:11:10
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Terça-feira, Abril 17, 2007
Devido ao último acontecido, estou momentaneamente sem palavras e inspiração para escrever, e também porque estou cheia de problemas no trabalho, que tem me cansado horrores, onde desacreditei ao chegar na terça para trabalhar, e ainda ser terça e não sexta, tamanha era a exaustão.
Como prometido, voltei com as fotos das brincadeiras de Páscoa e volto no final de semana com um post sobre Luiza e seus 32 Meses, com coisas que venho anotando há dias, mas cadê tempo para escrever como se deve e eu gosto?
Vejo vocês no domingo!

Escrito pela:Rêca Zucher
Hora:22:11
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Domingo, Abril 15, 2007
Não sei o que dizer em um momento como este, que na situação de mãe, me sinto despedaçada por uma amiga estar passando por isto, então ninguém melhor do que a outra Renata, Mãe do Vini, para dizer algo neste momento. Passem lá (é só clicar na figura acima), se emocionem com esta mulher maravilhosa e deixem uma força, um carinho, para esta família tão linda, que agora tem um anjo próprio.
Escrito pela:Rêca Zucher
Hora:11:38
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Quinta-feira, Abril 12, 2007
Poços de Caldas, Começando pelo começo...
Sabe quando você tem aquela sensação de caos cerebral, em que fez e faz tantas coisas que não consegue focar em apenas uma? É exatamente isto que estou sentindo, e escrever neste estado fica um tanto quanto complicado.
O feriado delicioso, parece ter acontecido há anos-luz, porque na segunda-feira ao retornar ao trabalho, parece que fui engolida por um tornado, e desde então tenho rodopiado freneticamente, ou seja, trabalho feito gente grande, sem tempo para sequer pensar em escrever algo no horário de almoço, aliás, que horário de almoço?Sinto como se os últimos 4 dias equivalessem há 10 de trabalho intenso, sem folga, e chega a ser inacreditável pensar que há 5 dias atrás eu estava descansando e passeando.
Ontem, acompanhada de uma xícara de café revitalizante, da fazenda , me propus, com MUITA força de vontade a sentar aqui, e finalmente poder começar a discorrer sobre os maravilhosos dias que passamos em Poços de Caldas, ou seja, nossa Páscoa.
Quinta-Feira parecia que o dia não terminava, e minha idéia de tentar sair uma hora mais cedo para agilizar as coisas da viagem, não passou mesmo de idéia. Eu tenho traumas de arrumar malas, devido a minha volta do Japão para o Brasil, em que precisei enfiar 4 anos em 3 malas de até 32 Kg, e para isto fiz e refiz malas dezenas de vezes. Hoje fujo disto o quanto posso, e como na quarta-feira a noite cortei o cabelo, acabou ficando de última hora mesmo.
Incumbi Goca de resolver as pendengas automobilísticas, como trocar lona de freio, calibrar pneus, lavar o carro, abastecer, para que quando eu saísse do trabalho, somente pegasse Luiza e viesse direto para casa arrumar as malas e assim sairmos no máximo 19:30.Consegui cumprir meu cronograma, fiz as malas, tomei banho, terminei de editar as fotos do post abaixo para postar, e saímos no horário previsto.
Antes de sair o pai da Luiza passou aqui com a mãe dele para dar os ovos de Páscoa, que ela pegou abriu, viu o brinquedo dentro, gostou, mas quando ouviu o compressor do aquecedor a gás ligar, deu tchau e subiu dizendo que iria tomar banho e foi, restando a eles irem embora. E para quem tem curiosidade da relação dele com ela e vice-versa, é assim, visitas esporádicas e curtas, que ela gosta muito, as vezes pergunta por ele, mas não aceita sair sozinha de carro. Eu faço minha parte, quando ela pergunta eu respondo, quando ele demora a ligar ou aparecer eu telefono e coloco ela para falar ou pergunto se pode vir dar um oi à ela, ele vem, fica por no máximo uma hora e meia, brincam e logo ele se enfada e vai embora, dizendo que tem outros compromissos. Ela esqueça e demora de 15 dias a 1 mês para perguntar novamente, sendo mais influenciada quando convive com alguma outroa criança que fala do pai.
Tomamos banho, me troquei, lanchamos e saímos, porque eu ainda precisava pegar umas trufas com minha amiga chocolateira e deixar o ovo da Flávia. Nem tínhamos saído da cidade e Luiza já dormia profundamente, e assim foi durante toda a viagem, não dando trabalho algum, tanto na ida, quando na volta e durante a viagem.
Perdemos uma hora de viagem, porque o Goca como co-piloto, é um ótimo diagramador, que falando demais, não viu a saída que tínhamos que pegar. Aí da-lhe pegar um retorno lá na PQP para sair novamente no centro de Campinas e poder pegar a tal entrada 135, que ele jurava não existir, e era por isto não tinha visto. Homens! Senti uma saudade absurda de minha companheira de viagem favorita, Bilica pilota.
Depois disto, fomos tranquilos, sem muita pressa, estrada relativamente vazia para véspera de feriado, chegando no hotel as 23:45 e só aí Luiza acordou.
Faz registro, descarrega as malas, guarda o carro na garagem, sobe para o quarto, deita para dormir e aí Luiza começou:
- Eu não quero dormir aqui, eu quero ir pra minha casa.
- Sua casa é longe, vamos dormir aqui mesmo. - eu dizia sonolenta.
- A gente vai de carro. Eu não quero dormir aqui!
- Dorme Lu, amanhã a gente vai passear.
E assim foi um bom tempo, e depois de uma mamadeira e meia ela finalmente dormiu novamente, para acordar no outro dia as 7, perguntando se iríamos para casa.
Descemos para tomar café, hotel simples, mas super gostoso, com uma equipe nota 10 em atenção e capricho. Comida deliciosa, e olha que sou super-hiper-mega-ultra chata com alimentação coletiva, devido aos hábitos adquiridos no trabalho, onde reparo nos mínimos detalhes, quero tudo para ontem, e se minha equipe é capaz de efetuar um atendimento de 1ª, no meu conceito, todos que trabalham com alimentação também devem ser.
Eu havia combinado de me encontrar com a Fabiana da Melissa as 10 horas na praça quase em frente ao hotel, só que sei lá como e porque, acabamos nos desencontrando, então fui passear pela feirinha, ver os pontos turísticos e curtir nosso merecido feriado prolongado.
Luciana e João já estavam lá hospedados no Plaza, chiquérrimos estes meus amigos, né? Que adivinhem como conheci? rs... Luciana amiga desde antes de Luiza nascer, encontros por acaso em blogs da vida, que resultou nesta amizade de hoje, que mais parece da vida toda. Eu não tinha Luiza, ela não tinha João, muita coisa mudou, e nós acabamos nos aproximando, nos vendo sempre, mesmo eu morando aqui, ela em Curitiba e João em São Paulo.
Nos encontramos no hotel deles, e decidimos que iríamos passear de charrete, fazer algo para compensar o fato de Luiza ter tido que sair do parquinho encharcado de orvalho e ter dormido em um lugar estranho. O passeio consistia em uma volta pela cidade, parando em várias lojinhas e mostrando alguns pontos turísticos. Luiza amou, cansou e chegou no hotel dormindo. Goca já não sei se gostou tanto assim, porque foi na frente, ao lado do "motorista" com Madona soltando altas bufas na sua cara e ainda abanando o rabo de um lado para o outro hahahahahahaha
Acabei dormindo também e quase perdi a hora para almoçar, desci, comi, e fiz um prato para quando Luiza acordasse, o que se deu as 3 da tarde, toda feliz, animada e faminta. Almoçou e lá fomos nós passear mais um pouco, e mesmo não sendo nada específico, a cidade possui praças lindas, ótimas para passeios com crianças, com muito verde, fontes e parquinhos. Por causa de Luiza, passeamos também de trenzinho, e depois fomos tirar fotos em alguns pontos turísticos, aproveitando as luzes noturnas para tirar fotos lindas e eu exercer meu lado fotógrafa frustrada.
Mãe e filha se realizaram, ela com os parquinhos e praças, eu com as feirinhas e lojinhas, porque para chegar ao Plaza ou ao nosso hotel, sempre era preciso atravessar uma praça onde havia isto. hahahahahha Da-lhe a consumista a todo vapor.. piuí, piuí...
Fechar pacote com pensão completa pode limitar um pouco os horários, mas para quem está com criança é ótimo, porque assim Luiza sempre comia nos horários certos, o que coincidia com os picos de cansaço, me obrigando a voltar para ela comer e dormir, o que eu também acabava fazendo, dando para descansar bem.
Foi delicioso sentir frio, usar blusa, dormir coberta, e exagerada que sou, minha sorte foi ter levado todo tipo de roupa para Luiza, e as de meia estação e frio deram exatamente para os dias que ficamos lá.
Sábado acordamos cedo como de praxe, porque eu tenho um despertador infalível, que me acorda assim:
_ Bom dia!! - anuncia bem pertinho do meu rosto, para depois me dar um beijinho e ficar me fazendo carinho até que eu abra os olhos, para ver um sorrisão da satisfação de missão cumprida, como se dissessem:
- Eu consegui acordá-la!
A rotina dos 3 dias que acordamos lá foi a mesma, acordar, curtir preguiça na cama, tomar banho, descer para o desjejum e sair para passear.
Fomos para o hotel da tia Lu, é assim que Luiza a chama, achando muito engraçado ela também ser Lu. Lá havia um playground em um salão enorme, com escorregadores, lugar para subir, piscina de bolinhas, mesa de jogos, e se fosse pela pequena, passaríamos o dia lá. Sábado ela brincou um pouquinho lá e depois fomos para piscina, aquecida de água sulforosa. Luiza amou, porque tinha um lado raso, que dava pé para ela, que podia se movimentar sem medo.
De lá pegamos o carro e fomos ver mais alguns pontos turísticos, fizemos as comprinhas básicas de souvenirs, voltando para o almoço e o soninho básico pós-almoço. A tarde choveu, na verdade choveu todos os dias, mas chovia e depois estiava, coisas de lugar no meio da serra, e mesmo assim subimos até o Cristo, para ver a cidade de cima, mesmo que com alguns pingos de chuva. Só o passeio de teleférico ficou na vontade, porque de todas as vezes que pensamos em ir, a neblina tapava tudo, ficando Luiza a me pedir para passear no carrinho azul, sim, teria que ser uma cabine azul. Este ficou para a próxima!
Jantamos e combinamos de ir para algum barzinho a noite, só que haveria Caça aos Ovos, promovida por vários hotéis e João & Luciana botaram pilha para levarmos Luiza, que primeiro não quis ir, mas depois se empolgou, venceu o sono e acabou se divertindo horrores.
Os recreadores levaram as crianças para uma praça imensa, deram lanternas, contaram uma história e deram duas pistas falsas para procurarem, enquanto escondiam os ovos do lado oposto. Luiza correu no colo ou a pé, deu tudo de si, e nos dividimos em 4 para tentar encontrar logo. João gritou quando recebeu a pista verdadeira e corremos para o lado certo, eu peguei um ovo e saí procurando ela com Goca e Luciana pela praça, até que os vi longe, do outro lado e berrei, Gocaaaaaaaaaaa rs... eles ouviram, vieram ao nosso encontro e eu escondi o ovo atrás de uma árvore para ela encontrar, que ao iluminar com a lanterna e encontrar, ficou toda feliz, em êxtase, contando para todo mundo que havia achado o ovo na "aivri".
Depois disto, em que todos acabaram cansados, o planos de ir para o barzinho virou ir para o quarto deles, para João descarregar as fotos de minha máquina e eu pegar as dele. Luiza se aboletou na cama e dormiu lá mesmo.
Chegamos no hotel, botei ela na cama e convoquei Goca para me ajudar a cortar as patinhas de coelho para fazer a trilha no chão, que levaria até a cesta de Páscoa que preparei para ela. Fiz a trilha saindo da cama e indo até o guarda roupa no canto do quarto e foi lindo ver a carinha dela ao acordar.
Quando está acordando ela fica rodando na cama de um lado para o outro, senta, deita para o pés, e em uma virada destas ela viu o poster de Páscoa que eu havia pendurado na parede, aí olhou para o chão, viu as patinhas, abaixou para olhar melhor com uma cara de interrogação latente e eu perguntei naquela voz de surpresa:
- O que é isto Luiza?
E ela sonolenta, com uma voz de interrogação pura:
- É péééé ???
Desceu da cama, ficou olhando as patinhas, passou a mão e saiu seguindo a trilha engatinhando. Eu ajudei ela abrir a porta do guarda-roupa e a cara dela de surpresa-felicidade ao ver que o coelho havia mesmo vindo, não teve preço!
Domingo amanheceu chuvoso, mas parou, tomamos café, arrumei as malas, saímos para terminar as comprinhas, dar uma volta na feirinha, e tentarmos ver mais algum ponto turístico, que com a chuva insistente acabou não tendo graça. Fomos em outra feirinha, e lá se foram mais alguns reais, consumismo interrompido novamente pela chuva. Luiza dormiu no carro, e por isto não quis dormir após o almoço.Eu que queria, mas desisti com as macaquices dela pelo quarto, demos uma última volta pela cidade, passamos no Hotel para despedir de Luciana & João, e irmos juntos até o portal da cidade tirar fotos, e então voltamos para casa.
Apesar da chuva que caiu quase todos os dias, o passeio foi delicioso, porque me deu o que eu fui buscar: sossego, descanso, diversão, compras, paz e tempo com minha pequena e amigos.
E como nem tudo é perfeito, a volta para casa foi caótica! O trajeto de 3 horas, acabou sendo de 5 devido ao trânsito, mas nem isto acabou com meu bom humor, exceto o aperto que passei com vontade de fazer xixi, e não havia sinal de um posto de gasolina, ou qualquer lugar que tivesse um banheiro. Tivemos que cortar todo o trânsito, umas 10 pistas, para chegar no acostamento, com a desculpa que Luiza era quem queria fazer xixi rs... e aí eu me aliviei, entre as portas abertas do carro, servindo de casinha hauhauhauhauhuahua Era isto, ou fazer xixi nas calças e alagar o carro! E Luiza se recusou a fazer xixi ali, porque só aceita fazer no vaso! :/
Chegamos as 19:40 em casa, e ainda tive pique para guardar as coisas, separar os presentes dos amigos que chegaram logo em seguida.Luiza matou as saudades de casa, da cachorra e dos brinquedos como ela disse, e enquanto eu cochilava no sofá, ela continuou brincando na sala, até que resolvi subir para dormirmos na cama, e muito a contragosto voltamos a nossa rotina e vida normal.
Na segunda-feira aconteceu o seguinte diálogo entre eu e uma funcionária:
- Rê, porque você está com este bico e esta cara amuada?
- Só porque eu sou pobre Rose, e tive que voltar a trabalhar hoje.
hahahahahahahahaha
Escrito pela:Rêca Zucher
Hora:21:40
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Quinta-feira, Abril 05, 2007
Internet, Blogs, MSN, AMIGOS e afins... (Parte 1 do Post)
Terça de manhã, enquanto eu dirigia a caminho do trabalho, um post começou a se delinear em meus pensamentos, porém agora que a tela se encontra diante de meus olhos, o teclado sob os dedos, eu não tenho a menor idéia do que foi que pensei.
Posts não são apenas palavras jogadas numa tela, pelo menos não no meu caso, que envolve um processo de criação um tanto quanto estranho, bizarro e oscilante.
Como se cria um post?
Geralmente quando tenho que postar, mentalizo sobre o que eu vou escrever e minha cabeça começa a produzir o texto, como se eu estivesse relembrando a matéria decorada para prova. Sabe quando o pensamento flui como se alguém estivesse lendo para você? É assim que acontece comigo.Depois, durante uns dias eu fico remoendo aquele início de texto, modificando as palavras, pensando sobre o que mais gostaria de escrever, até que crio coragem para digitar, depois editar o texto e fotos. Minha edição de texto geralmente envolve o acréscimo de mais palavras e a correção de algumas frases e palavras. Metódica, não?
Este processo eu chamo de post espontâneo, e a meu ver é o mais gostoso de escrever, e principalmente de ler, sendo latente minha diversão com as palavras, ficando uma leitura leve e divertida.
Mas como nem só de inspirações vivem os Blogs, os textos obrigatórios também fazem parte do cardápio, e apesar de informativos, muitas vezes se tornam um tanto maçantes, ainda mais para quem nunca se contenta em escrever pouco.
E mesmo depois de toda esta enrrolação, eu ainda não consegui lembrar do começo do meu post inspirado, que certamente ficou trancado dentro do carro quando eu desci!
Não é novidade para ninguém que eu ADORO internet, e depois de 5 longos anos de vício intenso, eu sinto que nossa relação sofreu um desgaste natural, e temos tido contatos menos frequente.
Antigamente era mais fácil me encontrar on line do que me fazer atender ao telefone, email era via de acesso mais rápida até minha pessoa, e MSN era GPS. Semana passada, depois de 3 dias ficando on line para checar email, blog e orkut, mas sem ligar o MSN, foi que percebi como aquilo não é mais vital pra mim.
Tem gente que acha que morri, já que se não fico on line, pelo menos a noite, algo muito errado deve ter acontecido, outros reclamam dizendo que sumi, outros deduzem que briguei com o universo blogueiro e me recolhi, e outros, pensam o que quiserem...
Assim como em um namoro, que geralmente provoca um afastamento natural dos amigos, já que ao invés de você passar o final de semana enfurnada na casa daquela amiga fofocando, você vai é passar o final de semana com o namorado. Quando se começa a trabalhar, como foi o meu caso, houve algo assim, agravado pela ida da minha irmã para fora do país, e eu ficando sozinha com Luiza, a casa, a cachorra e todas as responsabilidades da Família Zucher no Brasil.
Me adaptei, desenvolvemos uma rotina rotativa, que em algumas semanas muda vertiginosamente, mas que me satisfaz, e o melhor de tudo, quando a semana termina, me dá aquela sensação deliciosa de missão cumprida. Abrir mão de algumas coisas faz parte do processo, assim como a acomodação, porém o que me consola diante de uma renúncia, é que nada é definitivo, e com o passar do tempo, vamos terminando algumas tarefas e assim podemos abraçar outras sem prejuízo ou estresse.
Eu alterno fases de reclusão total em casa, daquelas de acordar e passar o dia todo de pijama, para a noite estar cansada de não fazer nada, e o corpo dolorido de tanto ficar deitada, com fase de esperar ansiosa a sexta-feira para poder sair, passear e quando o domigo a noite chega, eu suspiro e penso "Bem que poderia ser sexta, porque o final de semana vôou e eu estou mais cansada do que antes", porém este cansaço é proporcional ao prazer da diversão.
Fazer balanços da vida é algo natural, e em algum momento você vai se encontrar pensando nisto e naquilo, gerando um saldo ao final.E estes dias, conversando com um "amigo" pelo MSN, acabamos passando a limpo uma relação de 5 anos via Banda Larga, que envolveu namoros, assim como seus finais, minha gravidez, a perda da mãe dele, nossa perda de contato com a migração ICQ/MSN, nosso reencontro, nosso desencontro no Rio, e tantas outras coisas, que só posso chamar de amizade, porque sem sombras de dúvidas, ele me conhece muito mais a fundo (sem qualquer analogia sexual rs..) do que todos meus amigos ditos reais.
O que é ou não real em uma relação destas?Eu acho que são apenas rótulos.
A internet foi uma ferramente que venceu barreiras físicas, dobrou o destino, e fez com pessoas, que jamais se encontrariam por aí, se encontrassem por aqui, e assim desenvolvessem uma amizade verdadeira e fiel.
Domingo, Flávia de BH veio para cá, nos conhecemos pessoalmente há 1 ano atrás, ela era leitora do meu Blog já algum tempo, me adicionou no MSN e a empatia foi imediata. Pouco tempo de conversas e nos encontramos em Vitória-ES, e no outro mês ela já estava aqui em casa, se enturmando com a família e amigos. Neste 1 ano nos falamos pouco, mas sempre que falávamos era como se tivesse sido ontem.
Muitos amigos são assim, só de vê-los on line, ler o nick e a frase, sei que estão bem, sorrio e não preciso dizer nada para ter a certeza da firmeza daquela relação. Sei que se eu precisar, ou vice-versa, bastam dois cliques em seu nome e o socorro será imediato. Porque só mesmo afinidades, empatia, e outros quesitos verdadeiros, que aproximam as pessoas, para manter relações virtuais a longo prazo.
Tem também aquelas amigas, que você falava todo dia, já foi íntima, dividiu bons e mals momentos, mas sem saber quando ou porque, hoje se falam menos, e mesmo assim sabem uma da vida da outra, e do nada uma tela se abre com a outra dizendo algo, como se tivesse falado no minuto antes. É naturaliade, espontaniedade, confiança, amizade, respeito e claro que também muita sacanagem, né Lu Brasil? hauhauhauhauhauhuahuahua e ainda perguntam se rompemos relações, ai ai.. o povo quer é barraco.
É que eu, de estudante dependente de pai e mãe, gestante mãe solteira, com tendências depressivas, me tornei Nutricionista, indepentende, mãe solteira de uma menina de 2 anos e meio, morando sozinha, com humor variável conforne a fase do ciclo menstrual, e totalmente sem tempo. Não podendo mais atormentar minha amiga-diva-lipoaspirada e gostosérrima (é um elogio, não uma cantada, porque eu quero é um HOMEM, que por sinal acabe comigo e com meu resto de tempo que não reclamarei rs...)que no meu tempo de desocupada, trabalhava em casa, tinha escrava, empregada ou então se revoltava e não comparecia ao expediente, ficando horas no MSN, até que um dos filhos (meu ou dela) nos requisitassem. Com eles pequenos também era fácil teclar, mesmo que mãeneta, enquanto mamavam, ou dormiam no colo.
É o processo de seleção natural das amizades virtuais, as reais permanecem, mesmo não passando mais 10 horas diárias se falando.
Querido Diário (Parte 2)
Ainda tem pique para um Flash de nosso final de semana?
Que começou na sexta-feira, depois de termos feito altos planos para burlar a vigiância de Luiza, e comprar os ovos de Páscoa sem que ela visse, mas a menina dormiu no carro a caminho do Shoping, antes das 6 da tarde, e assim desceu do carro, foi para o carrinho emprestado, ficou durante todo o percurso, e nós compramos, comemos, andamos, fizemos uma boa ação e voltamos para casa, para dormir antes da novela das 9 terminar, e antes das duas da manhã fui acordada para doar mais uma filhote da Beth, porque o cara trabalha até este horário, ficando no outro dia na cama até as 8:30 da manhã.
Não se anime com todo este tempo de sono da Luiza, porque no domingo ela acordou antes das 5, na segunda idem, e na terça again, e na quarta dormimos na chácara e as 6 ela estava andando por lá.
Sábado de manhã tomamos café mais tarde, vimos TV, e como de hábito fomos para chácara na hora do almoço, Luiza nadou, eu insisti para que dormisse, ela enrrolou e não dormiu mesmo com sono, fiquei mal humorada porque eu é que acabei cochilando alguns minutos quando queria dormir muito mais e isto destrói meu humor e pacência. Desisti de fazê-la dormir, depois de dar uma bronca, que ela ouviu murchinha e disse:
- Eu não vou fazer mais - toda humilde, com aquele olhar de piedade, de cortar o coração de qualquer mãe rs...
Havia um Circo na cidade, e eu perguntei se ela queria ir, e diante da afirmativa, lá fomos nós, porque da outra vez que fomos, ela era pequena e chorou com medo do som alto. Quando chegamos na porta do circo, ela ficou com medo de uma escultura de elefante e leão que havia em frente, e disse que não queria ir mais. Conversamos, e ela concordou, desde que sentasse longe e não chegassem perto dela! Sentamos lá no topo da arquibancada e desta vez ela não chorou, curtiu, aplaudiu, se encantou e ficou horrorizada com a muher cortada ao meio.
Eu, tive dois espetáculos para assistir, o do circo e um cara lindamente gay sentando na minha frente, que mesmo estando com a mulher e filha, agia muito estranhamente. Pelo menos apreciei a paisagem.
Fomos para casa, onde Luiza chegou dormindo exausta, eu aproveitei para aspirar a piscina e cair na água, já que o calor estava escaldante, esperando a galera chegar para fazermos uma noitinha com salgadinhos e bebidas. Galerinha de sempre, muitos comes e bebes, altas risadas e como sempre eu não vi eles irem embora, dormi no sofá e subi mais tarde para cama.
Domingo acordei cedo como de praxe com Luiza, logo nos trocamos, nos arrumamos e ficamos esperando Flávia chegar para sairmos, e ela que me disse estar aqui entre 8:30 - 9, só chegou as 10:30, com namorado, cunhada, sobrinhos e sobrinha rs.. Fomos para a Fazenda Chocolate como combinado. Há anos eu não ia até lá e refazer estes progrmas agora com Luiza sempre é uma delícia.
Passeamos, conversamos, fofocamos, comemos, até que a cunhada dela trancou a chave dentro do carro. Tentaram de tudo e por fim fomos até o Shoping chamar o chaveiro, porque em nenhum telefone eles atendiam :/, nos despedimos, voltamos para casa e eles depois do carro aberto foram embora. Visita relâmpago, mas ela prometeu voltar e revê-la foi ótimo, mesmo que por pouco tempo. É aquilo que eu já disse, parece que foi ontem que nos vimos pela última vez.
Luiza chegou em casa pregada, dormiu das 4 as 6 da tarde, e quando acordou, tomamos banho, nos arrumamos e saímos DE NOVO!Programinha light desta vez, aniversário da tia-avó do Goca. Comemos, rimos, conversamos e quando eu resolvi vir embora, Luiza disse que não iria, que queria ficar lá, porque tinha crianças para brincar. Eu vim embora e ela veio depois com a Vó Rosana, não dando trabalho nenhum. É, minha pequena está crescendo, e já me vejo com ela adolescente indo à matinês rs...
Chegamos e Maris já estava nos esperando no portão. Tava um tempo delicioso pra ficar do lado de fora, mas entramos para ver BBB, e eu dormi antes do Fantástico acabar rs... Me disseram que Gustavo antes de ir embora, me beijou, apertou, e eu não vi nada. Acordei as 4:48 porque Luiza reclamou, e totalmente perdida, sem saber onde estava rs... E assim foi nosso final de semana, afff...
The End e volto semana que vem, porque estou indo para Poços de Caldas hoje, aproveitar o feriado, tentar descansar e passear MUITO!
Escrito pela:Rêca Zucher
Hora:06:55
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