Renata, Rêca, Rê, Mãe Solteira & Solteira e a procura!

30 anos, nascida em 25/06 do longíquo ano de 1979. Teoricamente sob o signo de câncer, apesar de não botar fé nestas coisas.

Complicadíssima, com um gênio forte, e um humor tão variável conforme os níveis de hormônios circulando pelo corpo.

Com uma tatuagem em cada pé, no tornozelo, no pescoço, Luiza no ombro esquerdo e outras planejadas para o futuro, que espera seja próximo.

Paulista do Grande ABC, há quase 8 anos refugiada no interior de SP, depois de já ter morado no Paraná e Japão.

Nutricionista por acaso do destino, Gerente de Restaurante Empresarial, baladeira esporádica, escritora nos momentos de inspiração, fotógrafa por paixão e glutona por algum fator ainda não identificado.

Mãe da Luiza, que só nasceu depois de 41 semanas e 3 dias, de parto normal, que doeu pra cacete, fruto de uma aventura amorosexual.

Depois disto, minha vida nunca mais foi a mesma, e temos uma relação tipo matrimônio, na saúde e na doença, nas noites maldormidas, nas birras, nas descobertas, e maravilhas do dia-a-dia juntas em todos os momentos, até que a vida nos separe.

Temos uma cachorra chamada Beth, amigos especiais e uma família muito da louca, vivendo em uma casa de 5 banheiros.







Luiza,Lulu,Lu,5 anos, nascida em 22/08/2004, sob o signo de Leão, que por acaso ou não, é perfeito para sua personalidade forte, gênio nem sempre domável, ânsia de aprender, inteligência aguçada, paixão pelas artes, que se considera um centro gravitacional.

Estudante de período integral, que apesar de cansativo, é o ideal à nossa o rotina. A Mãe trabalha, a Filha estuda, não dando trabalho a ninguém!

Menina esperta, que só dormiu uma noite inteira com quase 3 anos, quando foi despachada para a própria cama e quarto, onde hoje dorme muito bem, obrigada!
Noveleira que só. Adora fazer artersanatos. Desenha e recorta que é uma maravilha!

Estudante de ballet, que espera o festival anual com ansiedade!

Andou aos 11 Meses, falou antes disto, desmamou aos 22, desfraldou aos 29, aprendeu as letras do nome aos quase 3 anos e neste tempo muita coisa boa nos aconteceu, estando registrada em algum de nossos blogs, nos links lá embaixo.


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Terça-feira, Agosto 11, 2009

Sindrome da Calcinha Velha

Convenhamos, nada é mais confortável do que aquela calcinha que tem um bom tempo de uso, para não dizer velha!!!

Aquela que vai perdendo a cor devido a tantas lavagens, a vida util diminuindo a cada dia e a dona da peça se perguntanto se existirá vida após aquela calcinha...

As vezes o conforto é tanto e tamanha é a paixão por aquela peça, que acaba comprando várias iguais, ou de cores diferentes, porém mesmo sendo do mesmo lote, nenhuma é exatamente igual a outra.

Uma aperta aqui, outra marca ali, e sempre uma é eleita a favorita, sendo a primeira a ser pega na pilha de roupa recem-lavada, isto quando a neurose é tanta, a ponto de lavar no chuveiro e usar dia sim, dia não!

Em tempos de vida sexual inativa, ou pelo menos de caçadas suspensas a tal da calcinha favorita e consequentemente velha (mas não furada!) se torna uma arma, uma aliada e as vezes inimiga.

Existem objetivos quando se sai de balada, e os principais são:

- diversão com as amigas: qualquer homem que se aproxima vira bode expiatório e alvo da malignidade feminina;

- diversão com a galera: sai em bando, encontra mais pessoas no local, todo mundo se espreme numa mesa, dividem garrafas de bebidas e a noite vai longe; (pegar alguém pode acontecer, mas não é o objetivo)

- caçada: a balada em questão é só uma desculpa para ir até um local e encontrar alguém pegável.

Na primeirão opção, a calcinha velha faz parte do pacote, de preferência bege, ou bem desbotada, as amigas entendem e não debocham nas idas conjuntas ao banheiro.

Na segunda opção, a calcinha favorita fica em casa e é substituída por qualquer uma decente, porque no meio de um monte de gente, senta e levanta, ela sempre aparece por cima do cós da calça.

Já na ultima opção, a calcinha é item essencial, escolhida a dedo, de acordo com o nível de luxúria dominante. Quanto mais nova e indecente, melhor!

Claro que nem sempre as coisas saem como planejado, e quando isto acontece, a pessoa perde a oportunidade, mas não tira a calcinha velha, que se torna sua inimiga mortal.

E pensando nisto que a amiga em questão resolveu se tratar desta Síndrome.

Usar? Ainda as usa, faz uma avaliação minuciosa, sem deixar se levar pelo conforto e ao invés de colocá-las para lavar, vão direto para o lixo, não correndo mais o risco de serem pegas no topo da pilha!

Afinal as oportunidades andam bem escassas e perdê-las assim não dá... Realmente, não dá! (trocadilho infame hahahaha)

P.S: Comprar calcinhas novas, senão daqui a pouco andará SEM!



Escrito pela:Rêca Zucher as 18:34 h
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Sexta-feira, Agosto 07, 2009

Irritando Rêca Zucher

Eu me considero uma pessoa do bem, tranquila, com um certo nível de tolerância, principalmente se tratando de pessoas que tem o dom de me tirar dos eixos.

Na maioria das vezes vou deixando passar em brancas nuvens, me poupando do desgaste de discussões inúteis, aí as coisas vão se acumulando, até que se tornam insuportáveis e explodo. Bummmmmm!

Com funcionários eu sou assim: falo, aviso, oriento, explico, e quando me canso deixo por conta, dando corda até a pessoa se enforcar. Quando mando embora é porque não suportava mais ter que administrar aquela pessoa, portanto não quero nunca mais ver, falar, nenhum contato!

Meus amigos estão acostumados ao meu gênio nem sempre bom ou simpático e com umas discussões aqui, outras acolá, salvam-se todos, pelo menos os amigos de verdade! Alterno fazes de muito contato, com outras de distanciamento sem motivo algum, situações naturais da vida.

Perguntas idiotas são um caso a parte, não tolero mesmo! A resposta até sai, em forma de patada, com um suspiro bem profundo, voz irônica e olhar de deboche rs... É mais forte do que eu e irresistível!!!

Fazendo uso das considerações acima, existe um ser que supera todas exceções possíveis, capaz de me irritar muito, de me deixar transtornada.

Este ser tem nome e cargo, Tiago, pai da Luiza.

Já tem muito tempo que parei de comprar briga com ele, porque não valia a pena. Eu me desgastava horrores emocionalmente para nada.

Resolvi poupar energia para gastar com quem realmente mere e a excedente (raramente sobra), gasto na balada!

Se todas as discussões homéricas que tivemos tivessem surtido algum efeito, certamente ele seria uma pessoa melhor e eleito o pai do ano.

Nada mudou e eu desisti de dar murro em ponta de faca. Temos nossos acordos, em que toda despesa escolar da Luiza é dele, que ele a pega na escola as quartas e sextas, e isto flui bem desde abril.

Ela entrou de férias, portanto não havia como pegá-la na saída da escola, então ele também se deu férias desta obrigação e sumiu. Não ligou para dar sinal de vida, nem para saber como ela estava e uma criança de 5 anos pergunta, quer saber, exige explicações.

Fui obrigada a lembrá-lo que Maternidade e Paternidade não saem de férias. É trabalho não remunerado, 24 horas por dia, 365 dias por ano e quando se é part-time, as poucas horas que se comparece são essenciais.

Não reclamo de ser Mãe-Pai da Luiza, pelo contrário, adoro, ainda mais com todo o apoio e suporte que tenho em casa, mas infelizmente Luiza não é mais um bebê, entende, tem vontades e mesmo que esporadicamente, precisa do pai.

Acho um absurdo ela ter que ficar pedindo para ligarmos para ele, querendo saber onde ele está que não aparece, e mesmo com pouca idade, ela percebe que tanto descaso não é normal, dando desculpas pelo ser insensível e estúpido, dizendo que ele deve estar trabalhando, porque a desculpa é que sempre está trabalhando, correndo, fazendo fechamento.

Como disse a sábia Lu Brasil esta semana, Mãe é Mãe, Pai é Pai, e eu completo dizendo que tem Mãe que é Mãe e Pai, tem Pai que é Pai e Mãe, e tem outros que são nada.

Todo este atrito começou por causa do aniversário que se aproxima. Exceto no de 1 ano que ele participou, os outros eu fiz, banquei e não convidei. Ele nunca perguntou nada, sempre dando os presentes com atraso, mas este ano, além da festa, Luiza pediu para convidar o pai.

Sei que para ela isto é importante, e o bem-estar dela vem antes de qualquer problema meu com ele. Tanto que nunca impedi o contato, por várias vezes liguei quando ela pediu, em outras nem precisou pedir.

No final de Junho avisei que ela teria festa de aniversário, quefazia questão que ele fosse e portanto dividíriamos os gastos. Disse também que faria algo menor este ano, que muitas das coisas eu, minha mãe e Bilica faríamos, na chácara dos avós do coração, tudo para economizar. Pedi também a lista de convidados, que até o momento se resume a 3pessoas, incluindo o próprio.

Não tocou mais no assunto, não perguntou, nem se interessou, mas quando mandei o orçamento dizendo quem pagaria o que, deu sinal de vida, estralou, disse quer precisámos conversar e depois de muita enrrolação, que lhe é totalmente peculiar, disse que não esperava pagar 50% do valor!

Eu destesto enrrolação. Gosto de planejar com antecedência, ir fazendo as coisas aos poucos para não me sobrecarregar e de cumprir os prazos que me proponho. Nada com ele é preto no branco, rapido, tudo é uma demora sem fim, que só sai atrasado depois de muitas cobranças.

A festa será para Luiza e se todos os meus amigos estarão lá, é porque são pessoas do convívio dela, que se importam, tem carinho. Se ela não possui contato com as pessoas do convívio dele, é consequencia do pai que ele é. Equação exata, das mais simples.

Só sei que me irritei como há muito tempo não acontecia e "rasguei". Marcamos de conversar, mas recebi um telefonema dizendo que o valor estava na minha conta e não poderia ir até lá.

As vezes ser boazinha demais não resolve e botar as garras de fora para rasgar faz toda a diferença!!

Ufa... desabafei, agora posso dar sequencia no que eu estava fazendo, sem mais blá, blá blás.

Ele não é o vilão, nem eu sou santa, mas se ter filhos é compartilhar, que isto seja ao pé da letra, pelo menos financeiramente falando!



Escrito pela:Rêca Zucher as 08:26 h
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Sábado, Agosto 01, 2009

Relacionamentos

Por mais que as situações da vida nos torne mulheres cada vez mais céticas em relações aos homens (objetos de consumo), existe um diferente, especial...

Um homem que faz toda e qualquer mulher se preocupar com a depilação em dia, no banho demorado e caprichado antes do encontro. Preocupação com o que vai dizer e perguntar quando este encontro acontecer. As vezes para não esquecer ou se confundir, chega a notar e fazer um esquema do que será ou não dito.

Encontro certo, marcado na agenda e esperado ansiosamente, dependendo do intervalo entre eles.

É uma relação íntima, de confiança, cumplicidade, de empatia imediata, senão fica difícil, um tormento devido a pouca fluidez.

Antes de me decidir por este homem conheci outros. Alguma coisa das citatas acima deve ter faltado nestas relações, porque não deram certo e pouco me lembro. Tentei também algumas mulheres e por uma me apaixonei...

Pessoa iluminada, que me acompanhou na fase mais importante e interessante da minha vida.

Por algum tempo me tranquilizei e pensei finalmente ter encontrado a pessoa ideal, que nossa relação se prolongaria ao longo dos anos, mas me enganei. Ela mudou de cidade e fui obrigada a recomeçar tal busca.

Bateu aquele desânimo, mas era preciso encontrar alguém! Pergunta daqui, pede indicação ali, faz uma visita acolá e nada... Até que uma amiga fez a indicação e resolvi arriscar.

Receio de início, desconfiança, os dois pés atrás, muita conversa e "plim", tornei a encontrar a pessoa que procurava, desta vez um homem.

Consulta anual ao ginecologista, com um tempo de espera maior do que eu gostaria, que ocupei rascunhando este post hahahahaha

Pensou que eu falava sobre o que? Do meu lado lésbico ou o encontro da alma gêmea? rs...

Ginecologista, certamente a pessoa mais importante e íntima na vida de uma mulher. Aquele que podemos garantir nos conhecer por dentro, intimamente!!!

E depois que temos filhos, ela se torna praticamente da família, afinal são 9 meses de visitas frequentes, muito mais do que qualquer parente!!!



Escrito pela:Rêca Zucher as 22:52 h
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